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Decisões

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Passada as eleições majoritárias no Brasil, com o sufrágio majoritário para Luiz Inácio da Silva na presidência da republica federativa do Brasil e Jeronimo para governador do estado da Bahia, a expectativa que fica mesmo tendo iniciado o processo de transição do governo, é qual as posições a serem assumidas por Jair Bolsonaro nos 60 dias restantes a frente do governo. Se será de colaboração para uma transição pacifica, quando alguns ajustes no orçamento da união necessitam ser feito ou se será de dificultar. Mais ainda qual será o relacionamento do novo governo com a atual e futura composição da Câmara e do Senado.

Alguns analistas opinam que o ajuste orçamentário para atender a manutenção do Bolsa Família, reajuste do salário mínimo com ganho real (acima da inflação), custear a merenda escolar e o programa da farmácia popular é também, um compromisso dos dois governos (o que sai e o que entra) e do congresso que viabilizou o aumento via Emenda Constitucional (PEC) portanto o mecanismo será factível. Até então o processo de transição assim como as negociações congressuais estão em andamento.

Outra questão que se debate é quanto ao comportamento do judiciário em relação aos crimes processados pelo STF com o presidente da republica relacionados a atitudes antidemocráticas, disseminação de inverdades durante o processo eleitoral, abuso de poder econômico que se vinculam a permanência de Bolsonaro no cenário político. Algumas versões são levantadas.

Nas atuais condições, Bolsonaro tem grandes chances de chegar com força ao segundo turno em 2026.

Se quisermos evitar isso, diferentes grupos precisarão se mover simultaneamente em quatro frentes complementares:  construção de uma candidatura viável para 2026 pela direita democrática;  reconstrução da capacidade da esquerda de pautar o debate público, mesmo que isso signifique questionar posturas do novo governo Lula; a devida responsabilização de Bolsonaro pelos seus crimes; e, contínuo fortalecimento da capacidade de órgãos governamentais, da sociedade civil, da mídia e das plataformas digitais para fazer frente à máquina de desinformação e discurso de ódio da extrema direita.

Outras correntes de analistas político, parlamentares e entidades civil acrescentam ao debate a narrativa que não haverá pacificação sem que os infratores não sejam punidos pelos crimes cometidos. “Uma das mais eficazes ferramentas do capitalismo, especialmente em sua versão neoliberal, é a capacidade de inverter todas as pautas. Antes mesmo de Lula sair vencedor da eleição já escutávamos intelectuais liberais falando em anistia e em pacificação.

As mesmas pessoas que passaram quatro anos numa boa vendo Bolsonaro afundar o Brasil em violências de todos os tipos, da lentidão para comprar vacinas até a congratulação a policiais que se comportavam como milicianos passando pelos inúmeros sigilos de 100 anos em qualquer suspeita de malfeito ou corrupção, agora pedem que Lula e sua turma sejam os pacificadores.

Querem que aqueles que passaram quatro anos sendo abusados sejam os pacificadores”.

São questões que preencheram a cena política nos próximos anos sem que se saiba qual a estratégia do governo Lula para lidar com o fato.

Quem viver verá.

Que DEUS e os Orixás nos protejam, iluminem e guarde

Adelmo Borges
 

Por: Adelmo Borges

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