Foi apresentado na manhã desta segunda-feira, 05, durante sessão especial, na Câmara de Vereadores de Camaçari, o Projeto de Lei No 910/2017, referente à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2018.
A sessão foi realizada pela Comissão de Finanças e Orçamento da Casa Legislativa e contou com a presença do secretário municipal da Fazenda, Renato Almeida. Um dos grandes destaques do projeto foi a redução do valor limite de endividamento da gestão para os próximos anos.
De acordo com o secretário, o limite estabelecido para este endividamento está previsto em R$ 24 milhões, em 2018, chegando a 27 milhões, aproximadamente, em 2020. “Este valor é significativamente inferior ao limite previsto na gestão passada. Entendemos que a redução estabelecida é fundamental para ajudar a alcançar o equilíbrio fiscal”, pontuou.
Na oportunidade também foram a apresentados, os dados referentes à previsão de receita e despesa para 2018. Para o ano que vem, a previsão é que a receita atinja o valor de R$ 1,109 bilhão. “Fixamos as despesas também neste valor, levando em conta o objetivo central da gestão que é manter o equilíbrio das contas do município”, reforçou o secretário.
Após a apresentação, foi aberto espaço para os questionamentos do público e dos parlamentares. Entre as questões levantadas, estava a do vereador Marcelino (PT), que questionou sobre a ausência do Anexo de Prioridades, que é o documento no qual são apresentados os planos e as ações previstas pela gestão em cada área da administração. O secretário explicou que o documento será encaminhado à Câmara junto com o Plano Plurianual (PPA), com prazo previsto para setembro. “Isso se dá por conta deste ano ser atípico, por ser o primeiro ano da nova gestão, e por este plano está sendo concluído”, argumentou, afirmando que há uma negociação com os vereadores para que a apresentação do anexo seja feita antes da entrega do PPA.
Também foram apresentados ainda outros questionamentos pelo presidente da Casa, vereador Oziel (PSDB), e pelos vereadores Flávio Matos (DEM), e Jackson Josué (PT). Para o presidente da Comissão de Finanças e Orçamentos da Câmara, vereador Gilvan Souza (PR), a audiência cumpriu o seu objetivo legal. “Esta audiência deu seguimento à transparência dos atos públicos, garantindo a participação da população nas discussões referentes à construção das metas e orçamentos previstos pela gestão municipal”, finalizou.





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