Em entrevista ao Portal Abrantes, o vereador reeleito Junior Borges (DEM) defendeu que o prefeito eleito Elinaldo (DEM) por ser do povo fará uma gestão para o povo. O parlamentar destacou que nesse primeiro momento a preocupação do grupo é fazer uma transição com tranquilidade para não errar.
Júnior Borges pontuou que é necessário fazer a cidade avançar, já que em sua opinião o município parou em função de uma grave crise instalada. “Teremos que enfrentar de frente e estamos preparados para isso. Mas antes precisamos saber o tamanho da maquina pra que a gente possa equacionar e daqui para dezembro a população saberá quem ocupará o primeiro escalão do governo, quem serão os secretários, se manteremos as atuais secretarias ou diminuiremos, porque se a estrutura que tem hoje permanecer não teremos como investir”.
Sobre a relação da Câmara de Vereadores e a Poder Executivo, o parlamentar enfatizou que são dois poderes diferentes. “A relação deve ser harmônica, e temos que ter cuidado para que essa ligação não atrapalhe os trabalhos a partir do próximo ano. Acredito que os vereadores estão maduros e com capacidade de entrar em entendimento na escolha, por exemplo, da pessoa que vai conduzir a casa“.
Existe a possibilidade do democratas se candidatar ao cargo de Presidente ou assumir uma secretaria municipal. “Se um dia eu vir presidir essa casa tenho que entender que a Câmara não é minha, eu tenho que ter todo um cuidado porque isso é dinheiro público e temos que prestar contas. A preocupação com o número de funcionários, de contratos e de como eles são feitos, de como as coisas estão acontecendo deve sempre existir”.
Assim como na prefeitura, o legislativo municipal iniciou uma série de exonerações com o objetivo de fechar as contas com saldo positivo. “O custeio na maquina pública foi exagerado, é preciso ter zelo pelo dinheiro público, não seria preciso exonerar se não tivesse contratado, se tivesse tido o cuidado de não exceder o limite das despesas, temos que moralizar a gestão”.
Ainda sobre o boato que a Cidade do Saber passaria a ser o Centro Administrativo, o vereador disse que “se trata de um projeto importante para a cidade, mas cabe ao povo e ao prefeito decidir se continua ou não”, porém se ficar “vai ter que melhorar, pois a instituição foi usada para lavagem de dinheiro, uma verdadeira caixa preta, foram mais de 54 milhões investidos e temos que investigar para aonde foi esse volume de recurso”, finalizou.





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