O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse nesta terça-feira (12) que não há indícios de um surto maior de hantavírus, doença identificada em um navio de cruzeiro que navegava pelo Oceano Atlântico.
“Neste momento, não há indícios de que estejamos presenciando o início de um surto maior. Mas, é claro, a situação pode mudar. E, considerando o longo período de incubação do vírus, é possível que vejamos mais casos nas próximas semanas”, avaliou Tedros, durante coletiva de imprensa.
Segundo o diretor, até o momento, foram relatados 11 casos de hantavírus, incluindo três óbitos. Todos os casos ocorreram entre passageiros ou tripulantes do navio MV Hondius. ove dos 11 casos foram confirmados como sendo da cepa Andes, e os outros dois são tratados como prováveis.
No Brasil, Minas Gerais registrou a única morte por hantavírus no Brasil em 2026. O óbito ocorreu em fevereiro, em Carmo do Paranaíba, na Região do Alto Paranaíba, e não tem relação com o surto no navio que saiu da Argentina com destino a Cabo Verde.




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