O secretário de Habitação de Camaçari, Luiz Roberto Sobral, conversou com a nossa equipe de reportagem, sobre a polêmica gerada após a divulgação da lista de beneficiados do programa federal Minha Casa Minha Vida, na última semana. O gestor afirmou que o processo está sendo feito de forma transparente, que um grupo pequeno quer tumultuar e burlar as regras.
“Nós temos tido momentos de muita participação do controle, que a gente chama de controle social. E o que é isso, são as pessoas que de uma certa forma estão descontentes com toda transparência, toda lisura que nós estamos fazendo o processo do Minha Casa Minha Vida, um processo de seleção, e algumas pessoas querem transgredir, inclusive na forma como se relaciona com o poder público. Eu diria que a maior parte das pessoas que estão participando de manifestações de rua, que é um grupo muito pequeno, são as mesmas pessoas de sempre. No fundo elas querem furar fila das pessoas que já foram selecionadas e a gente não vai permitir de forma nenhuma que isso aconteça”, afirmou.
Ainda de acordo com o secretário, as pessoas listadas são as que mais precisam, atendem aos critérios da Caixa Econômica e do Ministério das Cidades. “Nós conversamos, estamos dialogando, explicando isso as pessoas e eu espero que a cidade como um todo, busque a guarida suficiente para não permitir em nenhum momento que pessoas furem a fila daquelas que já foram pré-selecionadas. As pessoas que estão se manifestando não estão atendem aos critérios e legibilidade, que são aqueles que o Ministério fixa como pessoas mais vulneráveis, que são cadeirantes, pessoas com deficiência, mães de filhos atípicos, mulheres vítimas de violência, quilombolas, indígenas, e outras prioridades”, declarou.
Em relação a denúncias que pessoas de outras cidades estariam na lista, Luiz Roberto Sobral exaltou que isso é uma inverdade. “As Fakes News estão se espalhando por parte de pessoas que estão insatisfeitas e sabemos quem são, gostam de permanentemente tumultuar o processo, e quando a gente dá transparência, quando dá visibilidade, abre o jogo e mostra a verdade, inclusive para o Ministério Público Federal, que nós temos acompanhamento, as pessoas então recuam, param de dizer, e algumas até desaparecem, porque sabem que não têm capacidade de enfrentamento, não têm argumentos para superar os argumentos técnicos que nós estamos ensejando fazer”, concluiu.
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