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Camaçari

Sentimento de civismo marca a passagem do Fogo Simbólico em Camaçari

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Por volta de meio dia desta segunda-feira (30/06), Camaçari recebeu do município de Dias d’Ávila o Fogo Simbólico, ato que faz parte das comemorações pela Independência do Brasil na Bahia. Pela terceira vez consecutiva a cidade é roteiro da passagem da tocha que simboliza a vitória do povo baiano sobre as tropas portuguesas.

Em Camaçari o Fogo Simbólico passou pelas principais ruas e avenidas, por meio de um revezamento que incluía atletas, idosos, instituições, entidades e o público em geral. “Este ano o tema foi: ‘Camaçari é o recôncavo norte’, reafirmamos nossa identidade, nossa ancestralidade, e a nossa presença firme na história da Independência do Brasil. O reconhecimento oficial da nossa cidade na rota do Dois de Julho é uma conquista coletiva”, destacou a secretária de Cultura, Elci Freitas.

O prefeito Luíz Caetano (PT), em seu discurso ressaltou que a Fogo Simbólico representa a união dos povos pela Independência do Brasil. "Independência essa que se concretizou especialmente na Bahia pelos baianos e baianas, e mais especialmente ainda pelo povo de Vila de Abrantes, de Monte Gordo, de Arembepe, do povo de Camaçari. Celebrar a história é criar a consciência necessária e se fazer presente um futuro melhor”, disse o gestor.

O presidente da Câmara Municipal de Camaçari, vereador Niltinho Maturino (PRD), participou da cerimônia de hasteamento das bandeiras e na oportunidade falou da importância da inclusão do município no roteiro de passagem do Fogo Simbólico. “Precisamos agradecer a Diego Copque a influência e estudo para fazer essa tocha passar por Camaçari, e o que precisamos é exatamente isso, fazer com que a nossa cidade seja reconhecida pela contribuição na Independência do Brasil na Bahia, através dos nossos guerreiros e indígenas de Vila de Abrantes, que lutaram para combater as tropas portuguesas. Fazemos parte desse marco histórico”, exaltou.

O historiador e escritor Diego Copque também reversou na travessia da tocha pela cidade, e na oportunidade fez um pedido ao governo municipal. “Sem a história, sem os estudos historiográficos, sem pesquisas, nós não teríamos esse momento de resgate e reparação histórica. [...] Então faço um apelo ao prefeito e as autoridades políticas aqui presentes, nós já temos a Lei de obrigatoriedade do ensino da história local, que a de número 1600/2019, que ainda não foi colocada em prática. Peço que se comprometam com o nosso povo e com os nossos estudantes”, salientou.

A bicampeã baiana de boxe Ketelly Passos, foi uma das atletas de Camaçari convidadas para carregar a tocha. Para a jovem foi um momento único em sua vida. “Me senti honrada e reconhecida enquanto atleta. O sentimento naquele momento foi de que meu esforço até aqui valeu a pena e está sendo valorizado ao ter a oportunidade de representar o boxe e o esporte na cidade”, declarou.

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