O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou nessa quarta-feira (01) a transferência do ex-presidente Fernando Collor de Mello do sistema prisional para o regime de prisão domiciliar. A decisão levou em conta laudos médicos que atestam o agravamento do estado de saúde do ex-senador.
Segundo os documentos apresentados pela defesa, Collor sofre do mal de Parkinson desde 2019 e enfrenta uma série de outras condições médicas, como transtorno bipolar e distúrbios severos do sono, diagnosticadas ao longo de anos por meio de diversos exames clínicos.
A medida judicial autoriza que Collor cumpra sua pena em casa, sob monitoramento eletrônico. Ele também terá as visitas limitadas apenas a seus advogados, conforme determinação do Supremo.





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