A falta de salva-vidas em pontos perigosos das praias de Camaçari, está contribuindo para o aumento de casos de afogamento, e neste final de semana, na Oca, em Jauá, um jovem foi vítima fatal de uma corrente de retorno e da ausência de profissionais preparados para salvamento. Segundo informações da categoria, a Prefeitura de Camaçari reajustou o contrato com a empresa logo após o resultado das eleições, e 32 agentes foram demitidos, diminuído ainda mais o efetivo que já não era suficiente para os 42 quilômetros de orla.
Luis Felipe, que era morador de Cruz das Almas, estava em uma casa de veraneio alugada por uma digital influencer para celebrar seu aniversário. No local onde a vítima morreu, é recorrente os casos de afogamento, e apesar da bandeira de ponto perigoso para banho, não tem nenhum guarda-vidas.
O Portal flagrou o momento que Luis Felipe foi retirado do mar por surfistas, que tentaram reanimá-lo sem sucesso. Um guarda-vidas veio correndo de um ponto distante, mas não chegou a tempo, assim como uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que constatou a morte do jovem.
O Portal já fez inúmeras matérias chamando a atenção do poder público e dos órgãos competentes, para a necessidade de aumentar o efetivo e postos de observação onde ficam os guarda-vidas nas praias de Camaçari, em especial na Oca. A tragédia anunciada foi alertada pelos guarda-vidas que ainda estão trabalhando, por conta do aumento do número de banhistas com a chegada do verão e festas de final de ano.



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