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Influenza aviária H5N1 faz Bahia entrar em estado de emergência

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 Shutterstock

Foi publicado no Diário Oficial da Bahia deste sábado (22/07), um decreto de Estado de Emergência Zoossanitária, por conta do número de casos da influenza aviária H5N1, que tem afetado aves silvestres migratórias e de subsistência em alguns estados do Brasil. De acordo com o Ministério da Saúde, o vírus não infecta humanos com facilidade e a transmissão de pessoa para pessoa não foi confirmada.

Através de um acordo nacional entre o Ministério da Agricultura e da Pecuária (Mapa) e os 27 governadores de Estado, o anúncio do decreto foi feito, tendo como objetivo, controlar a transmissão sanitária que ocorre no país. O alerta diz que para acontecer a contaminação, é preciso ter um contato muito próximo entre o animal e o ser humano.

A orientação das autoridades sanitárias, é que a população não faça o manuseio de aves encontradas mortas ou debilitadas. O decreto é um pacto coletivo de alerta para a importância de realizar ações preventivas de controle da doença, além de minimizar seus efeitos na economia regional e nas relações com o comércio internacional.

Devido a Bahia fazer parte de uma das principais rotas migratórias de aves silvestres que atravessam o continente, foi decretado o estado de emergência. Para se ter noção de onde os casos podem surgir, a Rota Nordeste Atlântica tem o Mangue Seco, a Baía de Todos-os-Santos, Cacha-Prego, Baía de Camamu, Barra Velha, Ilha da Coroa Vermelha, Corumbau e Ponta do Curral.

Foi notificado na Bahia a primeira contaminação em 17 de junho. Mais casos foram registrados até 22 de julho nas cidades de Caravelas, Alcobaça, Prado e Porto Seguro.

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