Pautando sempre o debate sobre a importância de dar ênfase ao turismo em Camaçari, o vereador Gilvan (PSDB), que também participou da 2º Audiência do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) de Camaçari, realizada na última quarta-feira (17/05), em Abrantes, disse em entrevista que o setor precisa ter destaque na revisão da peça. O parlamentar já esteve a frente da pasta do turismo no município.
O vereador Gilvan reforça a importância de colocar no PDDU, um eixo para o turismo. “Camaçari com 42 quilômetros de costa, não tem roteiros ainda. Nós que temos aqui um acervo cultural, histórico e religioso, um turismo que a gente não explora, a exemplo de Abrantes, com uma Igreja de mais 470 anos, com imagens sacras de mais de 300 anos a nossa disposição, aos nossos olhos, e a gente ainda não definiu roteiro, que também resolve questões econômicas e de mercado de trabalho", salientou.
Para o parlamentar, o debate sobre peça é uma oportunidade ímpar na perspectiva de futuro. “É pensar a cidade mais 20, 25 anos em seu desenvolvimento amplo, social, econômico, no fomento do mercado de trabalho, colocando Camaçari em um ambiente de competitividade nacional de novo, para que a gente atraia continuamente, como já foi em outras épocas, a chegada de novos negócios, sendo assim resolvendo os problemas econômicos, novas receitas e mercado de trabalho. Mas o PDDU de Camaçari não é só zoneamento, não é a gente flexibilizar obra, não é a gente verticalizar, tem que saber de que forma e em que lado da cidade, na via praiana não. Nós precisamos ter cuidado com algumas discussões e fugir dessa lupa que poderá ser colocada no PDDU, com interesses que não são do governo e nem na sociedade como um todo”, pontuou.
Em relação a Vila de Abrantes, o vereador ressalta um problema que deve debatido no PDDU, que é a questão do saneamento. “Eu vou trazer um exemplo muito claro que o distrito não suporta mais, por questões de higiene e de saúde pública, que é esse canal, que em outra época era rio. Nós precisamos decidir isso, fazer galeria, cobrir, dar um fluxo de água bacana, inclusive indenizando as casas e os espaços que foram pra cima desse canal, para que a gente tenha uma ciclovia, uma pista de corrida, um ambiente que resolva a nossa mobilidade, e que a gente entre em Abrantes e saia em Areias”.
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