Na localidade de Sucupió, na região de Catu de Abrantes, tem um grande complexo com 23 lojas que comercializam produtos artesanais. O equipamento, que já existia antes das obras de ampliação das pistas na BA 099, mudou de local, e agora os comerciantes cobram melhorias na estrutura e visibilidade do espaço.
De acordo com integrantes da Associação Coco Dendê Cipó, faltam placas de sinalização, melhorias no estacionamento, iluminação, segurança e na estrutura do telhado, que em tempos de chuva molha algumas lojas. “A única placa que tinha com o nome daqui caiu e não foi recolocada pela CLN. Queremos uma comunicação visual que informe que aqui tem um centro artesanal”, ressaltou uma das lojistas que preferiu não se identificar.
Para Beto, que também é proprietário de uma das lojas, é preciso ser feita uma cobrança coletiva. “Se a gente quiser conquistar as coisas aqui tem que ser em grupo. Temos uma associação, mas nem todo mundo participa, mas quer cobrar”, exaltou.

Segundo Beto, a responsabilidade das intervenções no local agora é da Bahia Norte e do governo do estado. No local são gerados mais de 100 empregos diretos, fora os indiretos como fornecedores e artesãos da região.
No centro artesanal tem profissionais como o senhor Edson Macedo, que utiliza como matéria-prima a madeira. "Temos uma estrutura montada para desenvolver qualquer projeto em madeira que o cliente esteja necessitando no momento. Placas entalhadas em baixo e alto relevo. Trabalho com pirografia que é uma arte milenar, onde o cliente chega com uma foto e diz que gostaria de reproduzir, a gente combina e faz. Fazemos a impressão da foto do cliente e passamos para a madeira”, explica.



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Link de vídeo feito no local:





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