Um dia antes de morrer após ter o corpo queimado quando deixava a esposa no trabalho, Fabrício Alves de Araújo foi ameaçado pelo acusado de cometer o crime, em uma discussão enquanto seguiam cada um em um veículo, em uma via da Grande São Paulo. A motivação do homicídio teria sido inicialmente por conta do valor de R$ 150 reais.
Um vídeo divulgado pela esposa de Fabrício Alves de Araújo, mostra a vítima discutindo com Celso Edgar da Silva e o chamando de “valentão” e dizendo ainda: “Vem bater em mim”. Logo em seguida o acusado ameaça: “Amanhã você vai trazer ela”, se referindo ao fato do marido levar diariamente a esposa no trabalho.
Momento em que Celso ameaça Fabrício
No dia seguinte, quando Fabrício chegou em frente a oficina onde a esposa trabalha, foi recebido por Celso que jogou um liquido inflamável e ateou fogo. A vítima chegou a sair do carro em chamas, pedindo ajuda, mas morreu no hospital com 80% do corpo queimado.
O crime foi registrado por câmeras de segurança da rua, localizada no Parque Boa Esperança, em Mauá. A viúva, que trabalhava no departamento administrativo da oficina, teria feito o pagamento do soldador sem o acrescimento de R$ 150, valor combinado com o dono da empresa por um serviço extra, sendo que a funcionária não sabia do acordo.
A viúva disse que passou a ser ofendida por Celso e teria contado ao seu marido, que resolveu defender a esposa. O crime aconteceu na última sexta-feira (24/02) e o caso foi registrado como homicídio doloso, quando há a intenção de matar, qualificado por motivo fútil, emprego de fogo e emboscada sem dar chance de defesa à vítima.
O 3º Distrito Policial (DP) pediu a prisão temporária do suspeito a justiça.





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