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Cenário futuro

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Temos observado, nos últimos anos, um processo de antecipação das movimentações politicas frente as sucessões a nível federal. Estadual e municipal, fato que ocorriam, nos últimos Cenário futuroanos dos mandatos majoritários. Em Camaçari a questão não tem sido diferente. Durante o pleito de 2022 com a vitória de Luiz Inácio da Silva - PT, as lideranças locais prestavam apoio aos seus candidatos com o sentimento voltado para a sucessão de 2024, quando a população voltará as urnas para eleger os novos dirigentes municipais (executivo e legislativo).

Nas conversas informais e no que tem se ouvido de lideranças comunitárias, a definição do cenário municipal deve tomar corpo a partir da definição que Elinaldo - UB (junto ao grupo político) anuncie o nome que, tudo indicas, deverá enfrentar Luiz Caetano - PT, que já se coloca como candidato da oposição.

No pleito de 2022 a oposição teve a preferência de 34% dos eleitores enquanto o governo abocanhou 12,3%. Isso considerando os candidatos proporcionais (câmara e assembleia legislativa), uma vez que os candidatos majoritários (presidente e governador) apresentaram estruturas próprias. O candidato a reeleição a presidente Jair, não contou com o apoio oficial do governo local, apenas alguns seguimentos fizeram campanha, quanto ao candidato ao governo, ACM Neto - UB teve o apoio oficial, mas se distinguiam pela notoriedade próprias. Do lado da oposição o apoio se deu tanto para o candidato Lula - PT, quanto a Jeronimo - PT para o governo do estado.

Assim as estimativas que se desenham é que o governo deve contar com a preferência de 20 a 25% das intenções eleitorais, enquanto a oposição na faixa entre 30 a 35%. A se confirmar essa projeção, ambos os lados devem se concentrar em atrair quadros flutuantes, aqueles que estão com quaisquer lados desde que sinalize possiblidade de vitória, para atingir números confortáveis, tanto para ganhar as eleições como para governar.

Ainda por confirmar, fala-se na possibilidade de o seguimento evangélico vir a lançar um candidato a disputa do executivo municipal. Neste caso o complicador fica do lado dos governistas que em sua base representam em torno de 6%.

Vale lembrar que a vantagem que o candidato governista dispõe por contar com a máquina financeira/administrativa do município, essa tende a ser neutralizada pela disposição do governo federal e estadual, recém eleitos que demonstram interesse em ampliar suas bases nos municípios visando novos embates.

Quem viver verá.

Que DEUS e os Orixás nos protejam.

Adelmo Borges

Por: Adelmo Borges

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