anulação das eleições de 2022 será solicitada pelo Partido Liberal (PL). A ação se baseia em auditorias sobre urnas e questiona suposta parcialidade do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Segundo o site O Antagonista, a ação que ainda está sendo finalizada, aponta que em dos relatórios de fiscalização é informado não ser “possível validar os resultados gerados em todas as urnas eletrônicas de modelos 2009, 2010, 2011, 2013 e 2015”.
O documento, assinado pelo Instituto Voto Legal (IVL), contratada pelo PL, partem da premissa de mau funcionamento das urnas eletrônicas antigas. De acordo com eles, estudos estatísticos teriam identificado “interferência indevida nos percentuais de votação dos candidatos”.
No sentido de defender a tese de que houve fraude eleitoral, a equipe do IVL, relata que adotou procedimentos preconizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), como auditoria de conformidade, auditoria operacional, inspeção, acompanhamento e monitoramento.
Na última semana, o Ministério da Defesa informou ao TSE não ter encontrado evidências de fraude eleitoral na fiscalização realizada pelas Forças Armadas nas urnas eletrônicas e pediu a criação de uma comissão técnica, alegando não ter tido acesso a todos os dados necessários.





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