Responsável por apoiar as beijuzeiras do Quilombo da Cordoaria, em Vila de Abrantes, no combate aos impactos causados pela pandemia da Covid-19, o projeto “Beijuzeiras na Resistência: Rumo a Retomada” encerra no próximo domingo (05) as atividades e deixa um legado de conhecimento voltado para o combate ao preconceito, fomento ao empreendedorismo e superação das dificuldades.
A ação é uma iniciativa da Associação Viva a Vida, instituição que atual há mais de 16 anos em Abrantes, e contou com o financiamento do governo do estado, através da secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) e a parceira do grupo de Beijuzeiras do Quilombo da Cordoaria.
As atividades foram desenvolvidas em três eixos de atuação: Mulheres, na perspectiva de promover o trabalho das beijuzeiras e fortalecer o empreendedorismo – Jovens, que participaram de oficinas sobre o racismo e o grafite como forma de gerar renda – Crianças, que tiveram contação de histórias sobre o olhar de autores negros.
Durante o projeto as bejuzeiras receberam um kit completo de equipamentos de proteção (EPIs), além de utensílios e ferramentas que vão ajudar no desenvolvimento do trabalho.
Todo material comprado para realização do projeto levou em consideração o fortalecimento do comércio local e a geração de renda para outras mulheres como foi o caso dos aventais que foram produzidos pelas costureiras da Associação da Estiva de Buris de Abrantes.





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