Uma ala dos auxiliares do presidente Jair Bolsonaro (PL) reforça o coro pela adoção de um novo decreto de calamidade, como aconteceu durante a primeira e segunda ondas da pandemia de Covid-19.
A justificativa seria a guerra na Ucrânia. A nova situação de calamidade abriria um crédito extraordinário para bancar o subsídio aos combustíveis.
A ideia conta com o apoio do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que sugeriu usar a melhoria da arrecadação decorrente da alta global de preços para subsidiar temporariamente alimentos e energia.
Pessoas próximas a Bolsonaro afirmaram à CNN Brasil que a solução é considerada a mais eficaz para tentar segurar a inflação. A medida teria, no entanto, prazo e recursos determinados – até R$ 50 bilhões.



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