Entre no
nosso grupo!
WhatsApp
  RSS
  Whatsapp
Traduzir:

Camaçari

Laudo médico sobre a causa da morte da cantora Paulinha Abelha descarta que emagrecedores foram culpados

Compartilhar com UTM
Link copiado! Agora você pode colar o link com UTM no seu Instagram.

Muito se especulava se o uso de emagrecedores, prescritos por profissionais, teria causado a morte da ex-vocalista da Banda Calcinha Preta, Paulinha Abelha, no dia 23 de fevereiro. Segundo laudo feito pelo médico perito Nelson Bruni Cabral, o falecimento da cantora foi provocado por um “processo infeccioso no Sistema Nervoso Central”. 

O documento aponta que “as lesões renais apresentadas pela paciente, não possuem relação com uso de medicamentos” emagrecedores e diuréticos que a artista usava. O texto ainda afirma que medicamentos prescritos pelos médicos que a atenderam Paulinha nos hospitais por onde ela passou nos 12 dias de internamento, também não contribuíram para o óbito, descartando a possibilidade de erro médico.

Leia na íntegra o laudo:

"O presente parecer médico teve como objetivo apurar qual a patologia que motivou a internação e culminou com o evento morte da paciente Paula de Menezes Nascimento Leca Viana.

De acordo com a documentação analisada, as lesões renais apresentadas pela paciente não possuem relação com uso de medicamentos.

Exames realizados (Liquor) evidenciam uma infecção em Sistema Nervoso Central, com a celularidade demonstrando a hipótese diagnóstica de uma Meningite.

Não foi evidenciado a presença de conduta médica inadequada durante sua internação Hospitalar (Hospitais UNIMED ou Primavera). O tratamento instituído pelos citados Hospitais seguiu o protocolo específico e bibliografia médica atual, porém, houve uma rápida evolução para o óbito.
Os medicamentos prescritos pela Clínica Cavallaro e durante a internação Hospitalar (Hospitais UNIMED e Primavera), não causaram lesões e/ou intoxicação na paciente, ou seja, não existe nexo causal entre os medicamentos prescritos e o evento óbito.

Não há elementos para concluir que uma intoxicação alimentar desencadeou a patologia da paciente, porém, intoxicações alimentares podem causar lesões renal, hepática e cerebral, culminando em alguns casos com o óbito do paciente dependendo da gravidade da doença e a virulência do agente patológico.

Não há elementos para estabelecer se a procura antecipada por atendimento médico neste caso poderia conter a evolução da doença. Contudo a procura rápida por atendimento médico é na maioria dos casos o ideal para obter sucesso em um tratamento médico, porém, a evolução da patologia apresentada pela paciente foi rápida e incontrolável evoluindo ao óbito.

O óbito da paciente ocorreu devido a um processo infeccioso no Sistema Nervoso Central, conforme consta na Certidão de Óbito, e não decorrente de Intoxicação Exógena medicamentosa."

Mais em Camaçari

Notificação de Nova Postagem
Imagem