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Camaçari

Trabalhadores de três empresas parceiras da Ford em Camaçari realizaram uma manifestação na manhã desta sexta (18)

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No início da manhã desta sexta-feira (18/02), ex-funcionários da Magna Seating, Magna Cosma e Sean, empresas satélites, ou seja, parceiras da Ford em Camaçari, realizaram um protesto na Via Parafuso (BA-535). Com faixas e palavras de ordem, os manifestantes cobraram o pagamento de indemnizações.

De forma pacífica, eles bloquearam a via, um dos principais acessos a cidade, com a utilização de pneus que foram queimados. Um grande engarrafamento se formou e a Polícia Militar (PM) foi acionada para negociar a liberação da passagem dos carros.



Os trabalhadores alegam que o Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari, que representa a categoria, abandonou os trabalhadores das empresas parceiras, e apenas negociou as indemnizações dos funcionários Ford. Em uma das faixas eles questionam a entidade lembrando que também contribuíam com a mensalidade.



Cerca de 1.500 metalúrgicos não foram contemplados com a indenização acordada pela Ford e o sindicato, e cobram na justiça os valores. Em entrevista a uma rádio, o presidente do Sindicato, Júlio Bonfim disse que a manifestação e a luta dos trabalhadores estão corretas, mas as acusações de abandono contra a entidade estão equivocados. “No direito sabemos muito bem que contra fatos não a argumentos. Uma coisa é você não aceitar as condições, outra coisa são as ações que foram tomadas por parte do sindicato, não só na garantia de uma indenização justa, como também aqueles que não foram acalentados por essas ações judiciais que se referem as indenizações, o que é obrigatoriedade por parte das empresas pagar suas indemnizações a seus trabalhadores. A posição por parte do sindicato foi de pleitear uma ação judicial e envolver o Ministério Público nessa luta”, pontuou.

O presidente ressaltou ainda que desde quando a Ford anunciou sua saída do município, a entidade entrou com uma ação contra a empresa, autopeças e terceiras, mas que não pode obrigar ninguém a nada. “O sindicato não pode botar uma faca no pescoço do patrão para obrigar ele a pagar. A única forma a partir do momento que as empresas não querem executar o pagamento indenizatório, que é justo por parte dos trabalhadores, é procurar as vias legais”.

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