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Greve dos professores de Camaçari: Secretário e Sindicato falam sobre a situação

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 Foto Moura Positivo/Portal Abrantes

Na tarde da última quarta-feira (30) a nossa equipe conversou com o secretário municipal da Educação de Camaçari, Juipurema, sobre o momento de greve dos professores municipais. De acordo com o secretário o impasse é sobre o reajuste salarial.  


"Todo inicio de ano inicia um processo de negociação salarial e muitas vezes acaba desencadeando em um processo de paralisação, até como maneira de pressionar o poder público. Esse movimento apesar de ser danoso ele de certa forma faz parte do jogo de relação entre o governo municipal e o sindicato" disse o secretário.

 

"A mesa de negociação está aberta, sempre esteve, varias reuniões estão acontecendo no sentido de esclarecer o sindicato e categoria a cerca do que está acontecendo e a situação atual, todos os pontos foram sanados o impasse agora está na negociação salarial"  Completou.

 

Sobre as clausulas da negociação, Juipurema afirmar que com relação ao PCCV varias mesas de diálogos já foram abertas e elas continuam ocorrendo pois envolvem um trabalho técnico. Com relação a eleição de gestores já foi criada uma nova comissão com a presença do sindicato e de gestores que não irão participar da eleição para que possam fazer parte das decisões. 

"Com relação ao reajuste o poder público fica impedido por lei de conceder, queremos sim dar o reajuste porém o impedimento se deve ao limite prudencial e legal de responsabilidade fiscal relacionado ao gasto com pessoal, e isso impede dar qualquer tipo de aumento" ressaltou.

 

Ainda segundo Juipurema a prefeitura fez uma consulta ao Tribunal de Contas do Municipio (TCM) pedindo orientação sobre quais são as medidas que podem ser tomadas com relação a situação. "Isso vai acarretar em redução de custos, já iniciamos esse processo através da redução das horas extras, relocação de pessoal e outras ações. Temos interesse em dar esse reajuste porém precisamos fazer isso da forma legal e correta" finalizou o secretário. 

Quem também conversou com a nossa equipe foi o presidente do Sindicato dos Professores de Camaçari, Jorge Freitas. De acordo com ele a expectativa agora é sobre a resposta do Tribunal de Contas sobre a consulta feita pelo governo, que estava marcada para sair ainda ontem, porém não foi publicada. 

"Estamos aguardando essa resposta, pois é de interesse de toda a categoria, se vier uma negativa por parte do TCM o governo vai estar respaldado para não dar o reajuste e sendo assim vamos fazer uma judicialização do processo". 

Segundo Jorge  a volta as aulas vai depender do documento do TCM. "Se esse documento chegar hoje, vamos para a mesa de negociação e tentar resolver o impasse, se não chegar é bem provável que o governo vá para a justiça decretar a ilegalidade da greve e ai teremos que fazer a defesa da legalidade" finalizou o presidente. 

Por: Portal Abrantes

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