Há mais de 20 anos em Jauá, a Barraca da Oca, é apenas um exemplo de estabelecimento que passa por dificuldades financeiras em função da falta de clientes, por conta da inexistência de um estacionamento público. A pandemia já impactou negativamente o trabalho dos barraqueiros e agora eles enfrentam mais esse problema.
À frente da Barraca da Oca há 13 anos, a empresária Djane Helena relata que o movimento ainda é fraco, após a liberação do funcionamento das barracas de praias. “O movimento está retornando agora, mas a galera não está vindo por causa da falta de estacionamento, estamos vendendo muito pouco, está difícil trabalhar”, desabafa.

A praia da Oca é conhecida por sua beleza exuberante, mas tem sido pouco frequentada. “Estamos pedindo para o governo olhar pra gente, se o coronel Castro ler essa matéria que nos dê um apoio. A clientela gosta daqui, porque é um lugar família, um lugar bonito, agradável, mas infelizmente não tem onde estacionar”, exaltou Djane.
Outra reclamação da empresária é a quantidade de lixo e entulho na região que também segundo ela, afasta os clientes. “Demora muito de retirar. Já tinha quatro semanas a gente solicitando. Dois carros de turistas chegaram aqui, mas quando viu a sujeira voltou”, pontua.





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