A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (01/09), por 398 votos contra 77, o texto-base da reforma do Imposto de Renda (IR) para pessoas físicas, empresas e investimentos. A matéria seguirá agora para o Senado.
Na quinta-feira (02), podem ser votados os chamados destaques, já que a sessão foi encerrada antes da análise dessas sugestões de alteração na matéria. O projeto foi enviado ao Congresso em junho pelo governo, como parte da reforma tributária.
As pessoas físicas terão como principais mudanças o reajuste na tabela do IR e a ampliação da faixa de isenção. Já para empresas o relator apresentou cinco versões do seu parecer, onde o relator da matéria, deputado Celso Sabino (PSDB-PA), previu dentre outras coisas, um corte de sete pontos percentuais (de 15% para 8%) na alíquota do Imposto de Renda das empresas (IRPJ) e um corte de um ponto percentual na Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL).
Secretários estaduais de Fazenda calculam perdas de R$ 9,5 bilhões por ano para os cofres estaduais e municipais com as alterações. Já a Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais (Abrasf) manteve a estimativa de perda de R$ 1,5 bilhão somente para as capitais e maiores cidades do país.
O Ministério da Economia não divulgou estimativas sobre o impacto fiscal da versão da reforma aprovada pela Câmara.





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