Entre no
nosso grupo!
WhatsApp
  RSS
  Whatsapp
Traduzir:

Governador da Bahia se emociona durante entrevista ao dar como exemplo o sofrimento de um pai

Compartilhar com UTM
Link copiado! Agora você pode colar o link com UTM no seu Instagram.

 Reprodução vídeo Jornal da Manhã

Durante uma entrevista concedida ao Jornal da Manhã, nesta segunda-feira (01/03), o governador da Bahia, Rui Costa, se emocionou ao comentar sobre a dor de um pai que perdeu a filha de 16 anos, vítima da Covid-19. A pauta, era a prorrogação das medidas restritivas, na tentativa de impedir o avanço do vírus, já que 84% dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no estado, estão ocupados, de acordo com dados da Central Integrada de Comando e Controle da Saúde.

A edição passava imagens do final de semana, onde pessoas descumpriram as medidas restritivas de isolamento social. “Não é fácil não, é duro você receber mensagens de pessoas perguntando ‘e o meu negócio, e minha loja’. O que é mais importante, é 48h de uma loja funcionando, ou a vida de...desculpa”, disse o chefe de estado com a voz embargada.

As restrições que começaram na sexta-feira (26/02) e encerrariam na segunda-feira (01/03), foram prorrogadas por mais 48h, até às 5h de quarta-feira (03). E o toque de recolher segue até o próximo domingo (06). “Eu espero que esse sufoco desses dias sirva para alertar aquelas pessoas que têm saído na rua sem máscara, que têm ido para festas e aglomeração. Eu quero que elas pensem. Se elas são evangélicas, católicas, espíritas, que pensem no exercício da nossa espiritualidade, da nossa fé, não pode ficar apenas na retórica", destacou Rui Costa.

O governador pediu ainda para que a população faça uma reflexão. "Nós temos que nos perguntar: ‘Quantas vidas humanas essa bebedeira vale?’. ‘Por quantas vidas humanas eu vou ser responsável, por ir para balada e festas em Teixeira [de Freitas], em Prado ou Eunápolis?’. ‘Quantas vidas humanas serão necessárias para justificar o meu comportamento?’. ‘Ah, eu tenho meu direito individual de ficar bêbado, de encher os bares, de ir para paredão no meio da rua’", disse.

Mais em Saúde