Caminhoneiros do Porto de Santos iniciaram paralisação de 24 horas em suas atividades; eles protestam contra o novo plano de desenvolvimento, que pode fechar dois terminais de contêineres e desempregar até 10 mil pessoas. Além de reivindicar o valor mínimo para o frete e redução do preço dos combustíveis.
"Vocês de outros estados, estamos juntos. Vamos pra luta, vamos lugar pelo piso mínimo de frete, vamos lutar pela baixa nos combustíveis", disse Alexsandro Viviani, presidente do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam)
Além dos caminhoneiros, cerca de 20 mil petroleiros em 13 Estados estão de greve há 17 dias. a Federação Única dos Petroleiros - FUP - já alerta sobre desabastecimento nos Estados a partir desta semana. A greve é contra demissões em massa, fechamento da FAFEN do Paraná e o desmonte da Petrobrás.
Servidores da Dataprev, empresa de informações da Previdência Social e da Casa da Moeda do Brasil também paralisaram atividades no final de janeiro, porém, acordos com a Justiça do Trabalho e com as direções das estatais garantiram atendimento às reivindicações dos servidores, suspendendo as greves no início de fevereiro.





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