Na noite desta segunda (6), policiais da Rocam localizaram o corpo de uma mulher com características da PM Juliane dos Santos Duarte, 27, desaparecida desde a quinta (2).
De acordo com a polícia, o corpo estava no interior de um veículo Honda Civic, abandonado em uma rua da zona sul da capital paulista. A mulher estaria vestindo uma calça camuflada, semelhante com a que Juliane usava no dia em que desapareceu.
Não há confirmação sobre a identidade do corpo, mas a PM diz que tudo indica ser a policial.
Juliane foi vista pela última num bar na favela Paraisópolis. Ela teria sido levada por um bando com homens encapuzados e armados, após ter o celular roubado e se identificar como policial.
Era a primeira madrugada dela das férias deste ano da corporação. Desde o desaparecimento da soldado, uma centena de policiais, civis e militares, vasculham a região da comunidade, com carros e helicópteros.
A cabo é policial militar há dois anos. Lotada em uma companhia que faz patrulhamento no Jabaquara, bairro da zona sul da capital, Juliane mora apenas com a mãe, Cleusa dos Santos, 57, que sofre de câncer na medula óssea, em São Bernardo do Campo, no ABC.
Juliane é a filha mais nova de três irmãos. A última vez que a família esteve junta, segundo a mãe, foi no nascimento de um sobrinho da policial, na segunda-feira passada (30).
Nesta segunda (6), a SSP (Secretaria da Segurança Pública) divulgou pagar até R$ 50 mil por informações que ajudem a localizar a policial militar.
Na tarde de domingo (5), um suspeito tentou fugir após sair de um barraco e se deparar com policiais. Foi pego pelo COE (Comando de Operações Especiais), da Polícia Militar, e encaminhado ao 89º DP, que investiga o caso.
Segundo o delegado titular Antônio Sucupira Neto, o suspeito encaminhado à delegacia é investigado pela suposta participação no desaparecimento da policial. "A polícia trabalha agora para levantar provas que garantam a prisão do suspeito", disse o delegado.
Por meio do acesso ao Web Denúncia, que conta com dupla criptografia de dados para proteger o anonimato do denunciante. Ao final do processo recebe um número de protocolo e uma senha para acompanhar anonimamente o andamento da denúncia. Por meio de um número de cartão bancário virtual, possibilita ao denunciante fazer o resgate total ou parcial da recompensa em qualquer caixa do Banco do Brasil.
A secretaria diz que, qualquer que seja a via escolhida pelo denunciante, o sigilo de identidade é garantido. Com informações da Folhapress.





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