Um grupo de pessoas, que fazem parte do Movimento Camaçari Pede Justiça, estão reunidos em frente a Câmara Municipal de Camaçari, na manhã desta terça-feira (20).
Segundo o radialista Marco Antônio, o objetivo é apoiar a luta do promotor de Justiça Everardo Yunes. Segundo o promotor, os vereadores aprovaram em 2017 uma lei que aumentou os seus salários em R$2.578,45, mas o pagamento dos novos valores foi suspenso por força de uma liminar judicial deferida a pedido do Ministério Público em uma ação civil pública.
" Primeiro nós precisamos sair da comodidade das redes sociais, que é onde você vê os manifestos, que tudo isso está errado. E depois estar aqui na rua em frente a Câmara, na Casa Legislativa, que deveria ser do povo, e é deles, dos vereadores que aqui estão, para dizer que a gente não concorda com isso. Segundo, apoiar o promotor de Justiça Everardo Yunes, dizer que ele não pare com a denúncia, que ele representa o povo de Camaçari. A gente também não concorda com isso, enquanto a população desempregada está sem emprego, sofrida, sem salário, nós vimos vereadores colocando assessores ganhando uma fortuna. Se o dinheiro fosse deles, tudo bem. São assessores que recebem esse dinheiro e depois devolvem para os vereadores. Camaçari pede justiça, que cace essa gente, pois não merecem representar uma sociedade como a nossa, pois não nos representam", falou Marco Antônio.
Entenda o caso.
Segundo o MP, após ter o reajuste suspenso pela justiça, o vereador Oziel teria exonerado 18 servidores comissionados e no dia seguinte renomeado, porém com salários bem superiores. De acordo com o promotor, essa teria sido uma manobra para que os funcionários repassassem parte dos seus salários para compensar a suspensão do reajuste.





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